sábado, 18 de setembro de 2010

Quebradaço, segunda parte.

Teatro é a coisa legal, teatro é a coisa que desgasta, mesmo sendo só o luzêro da parada tinha que ficar lá só acompanhando, me estressando com outras coisas. Mas me diverti muito. Agora tô quebrado e não quero falar nada mais além de que... caralho, que sono. Bom, galera, eu tinha escrito um texto numa folha, mas a preguiça de ir pegar e passar pra cá tá gigante. Então, é isso...

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

When I was younger

Tava lembrando da época que eu tinha bonecos e ninguém me corrigia gritando e babando na minha cara "SÃO FIGURASXXHHH DE AXÇÃÃO!"

Era tipo, eu usar minha imaginação como refúgio de tudo aquilo que o meu parceiro apelidado de Soneca se entediava e fazia jus à seu cômico apelido. (Er... voltando à nossa programação normal)

Bom, eu lembro só de cenas, do tipo uma vez que minha mãe e minha irmã discutiam algo que eu não lembro bem, bem antes de sair de casa, eu tinha meio que uns 6 e anos e já tinha o polegar direito(e/ou esquerdo não lembro) torto de tanto videogame. Nesse momento eu parei e pensei: E se a vida for um videogame? É melhor eu passar das fases se não as minhas vidas acabam e eu não vou poder dar continue"


Ah, enxergar a vida como um jogo foi o que me fez uma criança feliz. Ou isso ou as batatas fritas. Eu acho que a melhor parte disso não foi a inocência da infância, até porque pra uma criança eu era bem megalomaníaco, mas sim porque eu tinha um apoio da minha família pra pensar mais. Lembro que eu dizia que enxergava cores em palavras, e um dia, lendo as recomendações de livros num livro de português, eu li sobre um livro que contava a história de uma professora legal e tal, pedi pra irem atrás do livro, quando fui lê-lo, havia a certa parte que ela dizia sobre as cores na palavra e eu fiquei alegre tipo: Oi

Eu usava mais da minha imaginação, é que agora eu nem lembro o que eu tomei de café da manhã isso é se tomei.

sábado, 11 de setembro de 2010

Nunca sei colocar títulos legais

Cara, ultimamente tenho percebido que os gays, a galera aí que gosta do mesmo sexo, (não tenho paciência pra escrever homossexual cada vez que for mencionar, ainda mais que fica toscão), mas eu tenho visto que essa galera aí tem dominado cada vez mais. E cada vez mais todo mundo acha que qualquer um está se aderindo a isso que agora a gente pode até chamar de moda.

É, ser gay agora é moda, porque agora ser gay é não reprimir seus sentimentos e se soltar. Eu acho uma babaquice isso de acusar que qualquer um é viado por fazer isso ou por não fazer aquilo(-Tagarela indignado mode ON)

Só ando meio puto em a galera confundir ser homem, com ser babaca. E ser gay como... você fazer qualquer coisa.

Do jeito que a galera anda burra, relações não deviam existir. Tipo, ninguém podia se pegar, se amar, nem nada. Só pra deixar de ser babaca e ir fazer algo que presta na vida. Então, um vai tomar no cu pra todo mundo que é desse tipo babaca.

Ainda mais, respeito é maneiro. Aprenda a ter ele no seu dia-a-dia. 'Brigado.

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Antes e depois

Às vezes(leia-se sempre), eu me envergonho muito do meu passado. Não o que aconteceu comigo, mas o que eu era. Conversando com meu famigerado professor de teatro @jonasmourilhe (até porque, antes, pra fazer referência ou era página do orkut, ou página de um texto falando sobre ele, agora a coisa tá prática e rápida, lê uns tweets e descobre quem é), e ele comentou deste meu atual blog e falou que é bem menos depressivo e suicida do que o Louca Filosofia.

Vamos ao ponto. Eu era babaquinha e triste pra caralho. Não que hoje minha vida seja mil maravilhas, mas hoje eu sei que o negócio é aguentar firme de peito aberto. Amadureci bastante e hoje sou o que sou, o babaca ora gentil, ora avoado que a galera conhece.

Não gosto muito de lembrar como eu era, me dá uma vergonha quase alheia porque nem parece comigo.

Bom, só queria deixar claro que dessa vez eu não vou querer me matar a qualquer momento. Só às vezes. Brincadeira (:

Uma dica pra quem é deprimido: Para aí por favor. Faz mal pra galera em volta.
De resto faça o que quiser, é legal ser alguém de verdade na maior parte do tempo. De preferência sempre.

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Caramba

Tô meio vazio hoje. Bem, só mentalmente, porque comi uma porrada de esfiha no Habib's e tô arrotando até agora. Mas vamos lá. O que que eu falo, o que que eu falo?

Cara, eu sou muito chato. Mermão, eu falo sem parar, toda hora, "uma porrada de coisa" inútil. Bom, é só isso que eu tenho a dizer. Ah, essa madrugada foi complicado de dormir. Aliás, toda as madrugadas é complicado de dormir. Eu tenho meio que uma paranoia antes de dormir que eu vou exemplificar com o meu diálogo comigo mesmo:

-Cara, se eu dormir agora como é que eu vou saber quando eu dormir? Como eu sei que vou dormir? É como antes de morrer? O que acontece se eu dormir e só acordar na semana que vem?
-Relaxa, nada vai acontecer, só vira um pouco mais pra lá pra ver se dorme rápido
-Essa posição tá prendendo o meu braço, acho que vou acordar com ele formigando se dormir assim.
-RE-LA-XA!
-Calma aí, mas e se eu dormir e no exato momento que eu tiver entrando  no sono eu pensar em alguma solução pra algum problema?
-DORME
-Acho que vou enrolar esse lençol e ficar tacando pro alto pra ver se o tempo passa.
*joga e depois brinca de mega-man deitado*
-Droga, acordei mais, é melhor eu ir tomar uma água e ler um pouco do livro...

E isso vai aconteecendo a cada madrugada. Eu tenho mais dificuldade em dormir porque tenho medo de dormir e não perceber. É uma coisa que eu não consigo "deixar fluiiiiir..."

MALDITA MEMÓRIA. No meio do post lembro que esqueci de fazer algo. Sou um fanfarrão mesmo. Mas agora, só amanhã mesmo.

domingo, 5 de setembro de 2010

Aqui estamos

Pra quem não conhece minha clássica e estranha história, vai tomar conhecimento agora. Nascido em 1995 no Rio de Janeiro no Méier, vivi até os dois anos aqui e logo depois me mudei para Vila Velha - ES por causa do trabalho do meu pai,(ele não é militar) e abandonei o resto da minha família. Avós, primos, e pessoas que a gente não sabe direito o que é, mas se tem menos de 30 anos, é primo, se tem mais, é tio. Depois, vivi lá até os 7 anos, e me mudei pra Brasília. E foi em Brasília que eu comecei a realmente fazer algo. Mentira, mas eu vivi mais do que vivi no ES. Conheci pessoas memoráveis, que com ajuda da internet eu consigo manter contato. Levei isso até os 14 anos, e dificuldades e mais dificuldades, cá estou de volta à nosso Rio.

Nunca soube bem o que era sair para ver a avó. Quando diziam "vou passar o fim de semana na casa da minha avó", eu não tinha ideia de como seria isso. Agora que eu sei, é até normal. Sabe, sempre fui distante da família. Ver eles  e despedir era algo que doia neles. Eu ficava com um medo de não ver de novo até a próxima vez que eu viajasse.

Eu nunca entendi bem o que seria a relação entre a família, tipo os níveis. Como certas coisas eu só contar para amigos. Mas é isso.

Cultura, tradições e tudo mais, eu nunca segui. Como eu nunca pude me prender muito a cultura de qualquer lugar já que eu sabia que alguma hora ia ter que me desprender. Tradição de família... basicamente a que eu tenho é de comer nhoque todo dia 29.
Minha família nunca foi tão bizarra como algumas que eu vi, mas também nunca foi lá tão normal. Todo mundo tem aquele primo de segundo grau que não sabe de onde veio.

Vai ver eu sou confuso e minha família é normal. Não sou de falar da minha família até porque... eu não acho legal.

sábado, 4 de setembro de 2010

Quebradaço

Ontem eu dancei, e muito. Pra quem tá me chamando de fresco desde já, meu sincero "Vai tomar no cu" bate à sua porta...

By the way, assisti Zeitgeist Addendum e achei genial, pra quem não sabe, google. Tô muito muito cansado, digo isso enquanto estou sentado que nem um vagabundo desempregado que não faz nada além de arrotar. Ainda me emputeço com gente muito "sorrisinho". Essa galera que pra tudo é só fechar os olhos assim "^^" e dar um sorriso e fingir que nada aconteceu. Pra mim todo mundo tem que ser enfezado e cumprimentar com uma cusparada na cara.
Twitter me lembra um colégio em que você conhece pessoas, pessoas te conhecem e desconhecem e você se sente meio que no seu canto. O problema, é que assim como acontece no colégio, no twitter, maioria(grande maioria) é fresca e tem que julgar o que todo mundo diz. Ainda mais, no colégio, você faz algo que presta.

Primeiramente, se não gosta do que dizem no twitter, não devia gostar do resto da internet, que tá cheia de gente desocupada. Claro, existem coisas boas, a exceção confirma a regra.

Entre vlogs e blogs.
Acho que o blog a melhor alternativa pra pessoa que não quer muitas visitas porque sabe que vai tomar flame. Não é porque o cara é chorão e não aguenta receber xingamento, mas é porque no blog, só lê, quem gosta. No vlog, assiste quem quiser, e a ignorância rola solta. Paciência pra isso, nem todo mundo tem. Sem contar que no vlog você tem um trabalho à mais. Tem que saber falar, saber como usar uma câmera, de preferência saber editar, e pra TODO MUNDO, você tem que estar numa escala de beleza aceitável.

Gente bizarra fora da internet, eu vejo. Um garoto miudo como eu dizendo se inspirar no House. Isso eu deixo pra depois que já falei demais.