sábado, 6 de agosto de 2011

Procura-se um clichê

Não só um momento, não só um relacionamento, motivo clichê também é necessitado. Alguém? Eu sei que não sou só eu que estou atrás. Todo mundo quer um clichê. Algo que pareça espontâneo, mas é completamente esperado, simplesmente pra poder se identificar. Eu detesto... mentira, eu adoro criticar, não a rede social, mas os usuários de tumblr.

Então logo vejo que temos aqui uma nova moda... um novo clichê: Estar apaixonado e essa paixão não ser recíproca. Não acho errado amar, mas... sério, sentir a necessidade de amar. Ou pior, se enganar e dizer que está amando alguém. Ok, eu não sou o Sr. Experiência pra dizer isso, mas por favor, pelo menos o que eu sei é que os usuários de tumblr variam entre 12 ~ 18 anos.

Ok, vamos além da internet. Sabe quando todo mundo fala de funkeiros no ônibus? É, tipo "Ah, como eu odeio nego que fica com o celular no ombro(?) ouvindo funk, é sempre assim, todo ônibus que eu entro tem que ter um"
De vez em quando o cara nem sequer pega ônibus pra falar uma coisa dessas, mas esse é o clichê que agrada numa conversa.

Ou então, digamos, você tem uma namorada e sabe que quer impressionar, o que você faz? Compra chocolates. Ok, há controvérsias, só digo que é um clichê que mesmo assim agrada porque é clichê.

Mas por quê?
Acho que a rima de "ê" aqui vai terminar com uma frase que é a seguinte:

Só é clichê porque é bom.

E foda-se que clichê não rima com bom, quem escreveu o texto fui eu.

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Por que eu tô demorando a postar.

Além da preguiça gradual, tem duas coisas:

1 - O blogger mudou, antes d'eu criar essa postagem quase que eu crio um blog novo. Ia ser tipo, o 15º que eu já fiz né.

E também eu tô tentando uns lances de lucid dreaming e jogando muito Minecraft, quando funcionar eu venho avisar como foi meu sonho.

Programação normal daqui a uns dias.

sábado, 2 de julho de 2011

Mundo

ê, chegou o texto random. Vou viajar por vários tópicos sem muita conexão, ou então só falar merda.

Por que os palavrões são palavras ruins? Sei lá, um cara fala fezes ele está politicamente correto, mas se ele fala merda, dependendo de onde ele tá e como ele encaixa isso, pode até ser preso. Se bem que mandar um juíz de tribunal às fezes também não aliviaria sua barra, mas mesmo assim, num jantar chique, ou então conhecendo o pai da namorada... acho melhor nem comentar sobre merda, então, sei lá, caralho. Não, não é comentar sobre caralho, mas sei lá, digamos que o garfo cai, você falar, "poxa" é bem melhor do que falar "CARALHO". Até porque caralho é... um caralho, e poxa é só uma expressão vazia. Mas por que decidiram que o nome correto seria pênis, e não caralho? Imagina só se o correto a ser ensinado fosse caralho e você falar pênis quando ficasse puto? Vendo isso do ponto de vista que estamos acostumados é engraçado.

Sabe quando você tá andando na rua, aí você tá relaxado, pensando na sua vida até que cai a ficha que você tá na rua e sua mania de perseguição começa, aí a velhinha que saiu da loja já vira a suspeita numero um de quem vai tentar te assassinar? Pois é. Parece até brincadeira, mas eu sou meio neurótico na rua, mas só sozinho, com qualquer outra pessoa eu sou menos, mas ainda assim alerta, porque eu sou neurótico com qualquer coisa que tenha a ver com pessoas, não significando que eu seja sociopata, só sou... eu.

Às vezes eu acho que eu falo baixo demais quando vou responder algo na rua. Tipo, me dão o troco do ônibus e eu falo "brigaj" eu nem termino a frase, eu só falo algo que dê a entender que eu tô agradecendo, ou quando perguntam algo que é pra responder sim ou não eu faço tipo um "hmmhm" como se não fosse nem sim nem não e a pessoa fica meio encucada e pergunta de novo e eu sem graça falo "é, tá" ou então " NÃÃÃÕ POR FAVOR NÃO, SÉRIO" porque quando é não, é não mesmo né, de jeito nenhum, jamais, claro que não.

Já parou pra pensar naqueles números enormes tipo "quantas vezes eu pisquei nesse ano" Aí você começa a piscar manualmente. Ou quando você tá de janelas e portas fechadas no quarto, aí você sente só uma falta de ar básica(ok, isso soou meio estranho, mas de vez em quando acontece, admita, se não eu tenho que ir ao médico, e eu não quero agora) aí você ignora até que percebe que tá tudo fechado e aí tem uma crise de claustrofobia que até então você não tem.

Ou quando você comprou um sapato um ou dois números maior que o seu, aí quando você vai subir escadas você tropeça em cada degrau.

Tem essas coisas que me encucam. Mas a gente resolve do melhor jeito: Postando num blog que poucos ou ninguém lê.

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Peraí?

Não tem aquelas horas que você tá conversando com alguém, aí a pessoa fala algo, mas você não tá tão interessado então no modo automático você acaba soltando um "ahan" com um riso de não muito interesse mas ainda assim aprovação? Pois é, detesto quando faço isso. Por quê? É que depois de umas duas, ou três horas eu lembro da conversa paro e penso: Peraí? O que foi que ele disse?

Um amigo meu tem o costume de dizer que detesta ficar com lacunas cerebrais, bom, levando isso ao lado literal, seria horrível ter um espaço vazio de verdade no seu cérebro, mas a expressão é bem cabível, porque a lacuna cerebral nada mais é do que aquele espaço em branco que ficou depois que alguém disse algo que você não entendeu ou não prestou atenção, ou então quando a pessoa fala "deixa pra lá".

Muito estranho, porque quando você tem a informação, não há com o quê se preocupar, já quem estava atrás dela, fica agoniado, não tem como manter uma lacuna cerebral, de vez em quando até dá pra ignorar, mas imagina só ficar encucado o resto do dia, semana, até mês dependendo da gravidade só pra tentar saber o que era de tão importante mas mesmo assim tão inútil pra ser descartado de se comentar?

Por que a gente não pensa assim, né? Se a pessoa disse pra esquecer, não significa que era tão importante...

Ou será que ela não quer que a gente saiba ainda?

quarta-feira, 8 de junho de 2011

De vez em quando você espera uma virada

Simplesmente acha que vai ter um impacto e tudo vai mudar, mas é muito engraçado ver que você que constrói tudo que faz durante sua vida. O que vem ao acaso, geralmente não vai mudar tudo, precisa de tempo. Alguns dizem que a mudança deve ser imediata, e que em todos os casos, dará errado.

Ultimamente eu não acredito em mais nada. Isso, cético. Me disseram que pra mudar, não deve esperar o momento certo, mas começar agora. Mas de vez em quando eu acho que isso não serve pra qualuqer caso.

Assim como dizem pra mim que quando se está mal, tem que simplesmente ignorar seus problemas. Não digo que estou recusando conselhos, mas  quando você começa a tentar de tudo pra ver se melhora, você percebe, que nunca na sua vida, uma situação será idêntica a outra e você resolverá ela com a mesma facilidade. Tudo muda, de vez em quando, até seus erros podem passar despercebidos, ou não. Quem garante? Tudo que você faz pode variar, de vez em quando só dá pra resolver se der um jeito, ou então o jeito é resolver jogando limpo.

Um exemplo disso, é quando eu acho que falar sobre algo que está para acontecer, antes de que de fato aconteça, poderá acabar estragando. Até porque isso já aconteceu várias vezes durante minha vida, mas será mesmo que acontece por minha causa, ou será que eu só dou muita atenção a isso? O problema, é que eu quero que as coisas sejam premeditadas, que sejam, definidas desde cedo, mas ao mesmo tempo, eu espero surpresa, algo que eu talvez não queira, mas que mesmo assim apareça.

Bom, o ponto de tudo isso é: Nada é igual, nada vai acontecer sempre que você quiser, e nem sempre você tem que estar fazendo o que os outros acham que é certo. Ok, se você acha matar certo, a lei não acha, aí temos um problema, mas digo, coisas obviamente não tão sérias  quanto crimes, mas sim decisões de sua vida.

Ou seja, viva sem esperar regras ou acontecimentos previstos, nem a previsão do tempo acerta  (:

terça-feira, 24 de maio de 2011

Brasil, meu Brasil brasileiro...

Não sou o exemplo de patriotismo, mas amo meu país sim. Respeito essas garotas e garotos, adolescentes e afins que dizem que preferiam mil vezes ter nascido em Londres, em Nova York, em Toronto, ou sabe-se lá onde, mas sempre que vejo isso, certa parte de mim dói profundamente.

Admito que há pouco tempo ainda era meio carrancudo quanto ao país em que resido, mas de fato aprendi a amar cada vez mais essa cultura, essa língua e tudo que ele tem a oferecer. Bom, mas mesmo assim, vamos ressaltar os referidos pontos negativos que eu vejo soltos por aí pela internet.

O mais óbvio, a violência.

Queria lembrar que o mal não reside só no Brasil. O crime faz parte de todo país, em alguns temos maior criminalidade, em outros menor, o que podemos fazer? Vou falar meio que como um babaca desses que você  vive vendo na TV, mas não temos outra alternativa, já que fazer justiça com as próprias mãos não é a melhor alternativa. Mas a solução: voto consciente.
Eu sei, pode me apedrejar agora, mas vou chegar lá assim que ressaltar os outros pontos.
Voltando, a criminalidade é sim um problema que incomoda, mas você nunca vai escapar dela, a não ser que se isole de todos os desconhecidos, já que qualquer um tem potencial para cometer um crime.

E a Saúde pública?
Precária, eu sei. Não há como discordar que a saúde pública é muito precária, faz com que vários sofram, hospitais lotados, falta de médicos qualificados, mas é até engraçado ver que já foi BEM pior, e está no caminho de melhorar e o que eu já estava me coçando pra ressaltar: O Brasil é muito bem visto por ser um país que disponibiliza saúde para qualquer cidadão.

Não podemos esquecer da corrupção 


Isso sim eu fico até embaraçado em ressaltar porque ainda não consigo enxergar uma saída pra tanta corrupção. Bom, eu acredito que ainda temos que lembrar do voto consciente, se bem que fica um tanto difícil quando não nos sobra opções, mas ainda tentam melhorar, eu pelo menos continuo acreditando.

Tem também a educação
A qualidade do ensino ainda tem muito o que melhorar, mas por mais incrível que soe pra você, a porcentagem de analfabetismo no Brasil, computada em 2010, é de 9% da população inteira. Um tanto quanto promissor, não acha?

Agora onde eu realmente quero chegar, até comecei esse texto pensando em simplesmente falar sobre esse assunto, mas eu preciso de uma longa caminhada até chegar aqui.

O que mais me chama atenção nesse país, sua cultura.

A cultura do nosso país é tão diversificada, tão recheada e tão bonita que não tem como negar que até aquela menina que sonha em um dia morar em Londres não tenha provado só um pouco dessa cultura.

Com música única vinda de uma mistura o Brasil já apresentou variados estilos até deixando outros já usados por fora entrarem para o nosso repertório, e sendo construída e espalhada hoje como vai continuar sendo durante muito tempo.

Ouvi por aí, dizerem que quem gosta do atual funk, é sem cultura. Aah, coitado de quem diz isso, até porque isso já é parte da nossa cultura agora. Ok, a letra não é a mais linda, mas eu pelo menos enxergo do modo que: quem não acha a letra bonita, deve achar no mínimo engraçada.

Até porque, ela simplesmente é mais um jeito do próprio cantor, dizer que quer simplesmente transar. Tudo bem que ele fala que quer fazer isso de formas até bizarras, mas não diga que não é divertido, até porque música estrangeira não é pura também, mas não digo pra apedrejar o que vem de fora, mas aprecie o que tem dentro.

Artes, o que temos de artes bem representadas aqui, claro que muitas vieram de fora, mas que conseguiram honrar quem as trouxeram, pode ter certeza.

Queria até falar mais, mas acho que esse texto já passou do limite.

Deixo aqui o meu apelo para que o brasileiro insatisfeio com sua terra, aprenda a apreciar mais o que tem, na verdade, não precisa apreciar, só respeite, porque esse país não é qualquer país.

Sei que ainda há muito o que comentar, mas deixo isso pra uma próxima vez.

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Vago como estacionamento às quartas

Vazio. É essa a palavra que eu ultimamente estou usando pra descrever uma boa parte de pessoas que conheço atualmente.(Comecei de um jeito bem "sessão de poema contemporâneo, né? Tá foda)

Não sei se sou eu, não sei se tá sendo o ritmo da minha vida, mas ninguém parece interessante. Ninguém parece legal, pra mim tá todo mundo um pé no saco.

É como se eu simplesmente olhasse pra qualquer coisa e pudesse ver através disso, e não visse nada no interior, assim como comigo mesmo isso acontece.

Tudo que acontece à sua volta já não importa mais. É meio triste, mas é o jeito que eu ando encarando tudo ultimamente, tudo muito sem perspectiva, sem esperanças.

Você se esforça pra ver se algo se move, mas parece que só desacelera mais à medida que tenta mudar, tudo fica cada vez mais monótono.

Vai ver eu só tenho que tentar errar mais.